A história da Fattoria San Pancrázio data de 1388.
Pertenceu aos Gianfigliazzi até as propriedades passarem para o domínio da
família Masti. Em 2002. Valentina Masti Priami, a única herdeira da família,
que com a colaboração do marido mudaram para San Pancrário que passaram a cuidar
pessoalmente das terras renovando-se oas vinhas e a tecnologia. Em 2006 saiu a
primeira comercialização do chianti San Pancrázio. Feito com 100% de
sangiovese, a uva símbolo da Itália o San Pancrázio é uma bela amostra da
qualidade incontestável de um chianti. È um grande vinho para o dia-a-dia,
bastante gastronômico, como um bom italiano, ideal para acompanhar qualquer
refeição.
Sendo um chianti, é um vinho jovem de sabor macio e pronunciado, fresco para ser degustado no
cotidiano sem muita complexidade que expressa o estilo de um representante
toscano, sem o rótulo de um clássico chianti pois é produzido em Greves, uma
DOCG de chianti, onde passa 10 meses em uma barrica. A cor avermelhada tendendo
ao púrpura discreto, transparente, contrasta com um aroma delicadamente floral,
café torrado, couro e mato fresco. Achei sua acidez um pouco alta para um
chianti, contudo tem um paladar intenso com taninos redondos e persistentes no
fian o que faz harmonizar perfeitamente com massas equilibrando a acidez dos
molhos a pomodoro. Sem querer ser o Parker....como Paulo Parker...heheh...gostei!!!
dou 90 de pontuação.. Lugar de procura, busca, encontros. Amizades, sorrisos largos, acolhimento, dicas e melhor culinária local.
17 março 2013
27 fevereiro 2013
QUEIJO PARMEGIANO... o príncipe dos queijos
Um dos queijos mais conhecidos e utilizados na culinária
hoje em dia é com certeza o queijo parmesão, talvez pela grande popularidade da
cozinha italiana e em todo o mundo. O parmesão é uma das variantes dos chamados queijos Grana, um
tipo de queijo italiano que possui estrutura granular, consistência dura, seco
e sabor adocicado picante, aroma suave e forte, amarelado e de crosta firme e
seca. Sua denominação vem de origem controlada conhecida como
Parmigiano-Reggiano. Parmesano quando vem da cidade de Parma, Regianno quando
da cidade de reggio. O Grande Padano também pode ser considerado um parmesano
vindo da Lombardia. Também são considerados parmesones os queijos oriundos de
Emília, Bolonha, Módena e Mantua. Atualmente grande parte da produção desse
queijo é feita com o leite de vacas da raça frisone, introduzidas no território
por volta do ano 900, mas a vaca mais adaptada à produção dele é aquela
vermelha da raça reggiana, animal com tripla aplicação (leite, trabalho e carne).
Devido a sua popularidade como complemento de molhos típicos, este tipo de
queijo foi copiado e é produzido em regiões com presença de colônias italianas
como o Brasil e os Estados Unidos, o que tem gerado disputas legais quanto ao
uso da marca. O Parmesão é um queijo indicado para ser consumido puro, para
gratinar massas e outros alimentos, em molhos e ralado para realçar o sabor de
pratos culinários e alimentos industrializados. Sua maturação mais curta (6
meses), confere ao produto um sabor mais suave, adequando-o para o consumo
puro.O queijo Parmesão, por seu sabor intenso, pede um vinho tinto encorpado. Mas também é ótimo acompanhando cerveja e frutas maduras. Crônicas antigas recomendavam seu consumo com uvas e pêra, como fina sobremesa para os "buongustai".

20 fevereiro 2013
MONTE DOS CABAÇOS....um blend sem defeito

A casa Monte dos Cabaços surgiu quando o casal
Joaquim e Margarida Cabaço, proprietários do tradicional restaurante São Rosas,
teve a brilhante ideia de harmonizar os pratos servidos no restaurante com
vinhos produzidos por eles. O primeiro vinho produzido foi o Monte dos Cabaços,
com uma tiragem de 50.000 garrafas em 2001. O vinho teve grande sucesso. E tem
um toque especial: os desenhos estampados nos rótulos são todos da própria
Margarida Cabaço. Um alentejano elaborado por um blend muito feliz das uvas
Aragones ou Alicante ou tempranillo, Cabernet Sauvignon, Syrah, Touriga
Nacional. Apresenta a tonalidade granada densa. Ao nariz tem um aroma fino e
elegante bem frutado e amadeirado, no ponto, graças a syrah e a touriga, com nuances de chocolate. Lembrou-me banana frita com canela. Ao paladar é denso e
estruturado com tanino firme e um final de boca prolongado e intenso .
Na sexta feira que passou
degustamos “o Monte dos Cabaços” que harmonizou perfeitamente com um saboroso caranguejo
com gengibre e farofa feito pela Norma, secretária do portuga e irmão Zé Emídio
13 fevereiro 2013
O GOURMETIDO...Em "Meu Rango" da Troppo

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O "Gourmetido"
Por Michel Ribera
O título acima é o apelido que nosso convidado deu a si próprio por conta da paixão pela cozinha. Segundo Paulo Torres, nos quase 40 anos que tem dedicados à medicina, não abandonou um antigo sonho, o de se tornar chef e abrir seu restaurante: "1950 Bistrô, é o nome que circula pela minha cachola", dispara.
Paulo conta que começou a cozinhar quase por obrigação. De acordo com ele, em sua casa, povoada por homens – seis no total – as empregadas nunca paravam no emprego, tanto que foi decretado que seria cada um por si e Paulo por todos na hora das refeições. Foi a partir dessa prazerosa imposição que ele diz ter tomado cada vez mais gosto pelas andanças nas feiras e mercado do Ver-o-Peso para descobrir os ingredientes que iriam acabar nas suas panelas.
Foi com esse amadurecimento que Paulo passou a se interessar em criar suas próprias receitas e foi aprendendo, por vontade própria, aos poucos, os segredos da gastronomia através da leitura, assistindo a programas de tevê e sentindo os contrastes entre os componentes da receita. "Quando moleque eu queria ser, acreditem, James Bond! E como tal tinha que descobrir, apenas com o olfato, os aromas da gastronomia, vinhos e outras bebidas. Acreditem, eu treinava para distinguir os mais variados aromas e odores que descobria ao longo da vida", relembra.
Foi justamente a curiosidade que o fez criar alguns pratos inusitados e de sabores marcantes, como o cheesecake de pupunha, o de açaí, o Caranguejo mais que pai-d’égua, o Salmão pai-d’égua e a pupunha com castanha do Pará caramelada com mousse de cappuccino, estes três últimos, inscritos no X Festival Gastronômico Ver-o-Peso da Cozinha Paraense.
Apesar de não ser chef profissional, Paulo fala que já tem certas manias que são suas marcas, como a preferência pelo sabor forte do gengibre e da canela. E é claro que, como bom gourmetido, ele só fica satisfeito com a aprovação pelas suas cobaias, Lene, a esposa; e Marya Paula e Luis Filippe, seus filhos, que demonstram nos olhos e no exclamativo "huuummmm" que são fãs de cada criação.
O intrometimento de Paulo é tanto que ele chegou a dar pitaco até mesmo no cardápio do restaurante que fornece refeições para a empresa onde ele trabalha. Ele mesmo foi ensinar o passo a passo dos pratos que hoje fazem sucesso entre os médicos cooperados.
Essa paixão pelos temperos levaram Paulo a criar um blog, o www.osdesentocados.blogspot.com, que conta com a ajuda do português José Emídio, também médico, e é recheado de receitas, fotos e comentários de endereços gastronômicos interessantes.
Além do sabor, Paulo diz que o aroma e a apresentação do prato são fundamentais. "Se não houver esta integração, não há aquele savoir-faire. Lembro que minha vozinha dizia: meu filho, a gente come com os olhos e com o nariz. Nisto ela sempre teve toda a razão. Quando crio um prato, ao faze-lo, não me apego a medidas. Minha atenção se volta ao aroma, à cor e à estética", enumera.
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22 janeiro 2013
DEGUSTAR...salmão, é só começar!!!
Um jantar para degustar. Uma entrada de sunomono clássico com calda de gengibre e chadornnay. A piece-de-resistance um salmão encrostado de castanha do Pará com gergelim branco e preto...com risoto tropical...ovo...abacaxi...manjericão hummmmmm....huuuummmmmm...!!!matamos aos gritos
17 janeiro 2013
BOCCANTINO SHIRAZ NERO D'AVILA...um blend pouco usual
Um vinho produzido no Valle del Belice, na Sicília pela casa Boccantino é
feito de um corte de Shiraz e Nero D’Avola (uva tinta autóctone italiana da
região da Sicilia) sem proporções definidas.
O vinho apresentou cor violácea brilhante bem transparente com lágrimas espaçadas,
finas e sem qualquer coloração.
No nariz o vinho se mostra muito frutado sobre um fundo de especiarias
que lembram cravo da índia e pimenta do reino. Ao fundo é ligeiramente tostado.
Na boca o vinho se mostrou bem leve, trazendo de novo muita fruta e o tostado. Os
Taninos presentes, são finos, redondos e bem equilibrados com uma acidez dando
a impressão de pedir por comida...carne vermelha...tem um final com leve
persistência.
Além de ser de um blend pouco usual é um vinho simples, bom para o dia-a-dia
e barato.
Fez boa companhia para um tartare de filet...!!!
02 janeiro 2013
REVEILLON 2013...piece de resistence
Com grande tristeza...pesar...preparamos um arroz de lentilha...uma salada de bacalhau...um camarão com feijão caubi, pra ninguém colocar defeito..."Sumano" como diz o caboclo...éguate...pai d'égua...voxe cobra grande...arriégua!!!!meuuuuu...!!!porreta...!!! só não comi mais por não haver lugar pra guardar...hehehe!!!
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