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25 maio 2013

PUPUNHA...na culinária

pupunha....café com pupunha...salada de pupunha...cheesecake de pupunha...pupunha caramelizada com mousse de capuccino .
hummmmm...é agua na boca ...com certeza



PUPUNHA...da lenda à culinária

 Pupunha (Bactris gasipaes H.B.K)
A pupunha está presente em quase toda a América do Sul como Honduras, Colômbia, Costa Rica, Panamá, Peru, Venezuela, Equador e Bolívia. É costume no Norte comer a fruta cozida em água e sal, no café da manhã, como a macaxeira. Ficam com consistência de castanha portuguesa ou batata doce, só que mais firme, por isto são usados também para purês, cremes, nhoques, tortas. De sabor, entre milho e pinhão. É rico em carboidratos, mas também em gordura (27%), uma ótima aliada para transportar tanto betacaroteno (3.800 mcg/100 g), substância amarela lipossolúvel que se transforma em vitamina A. Pode virar farinha de uso na culinária e seu palmito é aquele de cultivo sustentável que passou a ser plantado para dar fôlego ao juçara. Seu palmito é mais tenro e suave que o do açaí. A sua lenda conta que nasceu uma menina na tribo enviada pela Deusa da Floresta e que se chamaria Raio de Soll o que causou muito inveja entre as mulheres da tribo e o Tuxaua a levou ao pajé para sacrifica-la. Ao preparar o ritual o pajé foi visitado pela princesa da Floresta enviada pe deusa da Floresta dizendo que não precisava mais do ritual...A pequena Raio do Sol deveria ser enterrada e em seu lugar cresceria uma palmeira cujos frutos seriam chamados de pupunha e que alimentaria seu povo durante o inverno e dias de penúria.



22 maio 2013

COMIDA CASEIRA....uuauuuu!!!!!

Olha aiiii...acabei de ser um peão! !! Devorei sem sofisticação. ..fome é fome nada mais que uma broca!!! Feijao de geladeira de um dia para outro....ovo frito...carne refogada na manteiga. ...aquela farofa torrada...uma banana...Tchammm. ..Tchammm. ..tchhaaauuuu. ...meeeeuuuuuu. ..hummmmmm. ...eguateee! !!!!

18 maio 2013

QUINTA DA PEDRA ALTA....um corte quase-que-perfeito

Este vinho é uma combinação quase-que-pefeita de touriga nacional, touriga franca, roriz, e tinta barroca proveniente de uma região produtora de excelentes vinhos....apresenta uma coloração rubínica, um aroma frutado no nariz e na boca um tostado amadeirado encorpado com equilibrio e um final longo persistente. O quase-que-perfeito ficou por conta de seu teor alcóolico que as vezes incomoda. Para harmonizar preparei um rosbife de filé na manteiga com tapas de cebola frita e gengibre em conserva...Bom...perfeito equilíbrio...!!!! nota 86

20 abril 2013

GRENACHE...uma uva com aplausos.



Os vinhos feitos com a grenache vêm se colocando cada vez mais em moda. Seus vinhos começam a serem reconhecidos. Sua adversidade é apaixonante...tintos...rosés...brancos...secos ou doces. Ela impressiona como varietal ou acompanhada com sirhaz, mouvèrdre. Ela é versátil como artista principal ou coadjovante.
Muitos imaginam sua origem sendo francesa pois sempre está associada ao Chateauneuf-du-pape do sul do Rhonê. Na verdade esta uva tem sua origem na Espanha onde se produz uma boa garnacha, como na Espanha é conhecida. As parreiras de grenache é bastante amadeirada pois seus arbustos são perfeitos para regiões de muito vento.
A grenache tem mais nome que agente secreto da CIA pois depende da região de cultivo. Vamos lá: Alicante...Alicante bleu...garnacha negra....garnacha roja...grenache noir...ladoner...mencida...navarro...calvese...roussillon...santa maria de alcantara...tentillo...tocai rosso...uva di spagna...e muitos outros.
A grenache produz vinhos de todas as cores, tintos, brancos,rosés e de sobremesas. É a segunda uva mais cultivada do mundo na França, Espanha, EUA, Uruguay, Austrália,  África do Sul, Chile, Argentina, Turquia, Chipre, Marrocos, Israel e México. É uma uva perfeita para um blend. Tem baixa acidez, uma pele finae por acumularem uma grande quantidade de açúcar que a torna com um grande teor alcólico distribuído em taninos, cores e sabores.
Seus vinhos se apresentam com um rubi intenso, no nariz são frutados com notas de especiarias e um toque floral. Na boca são tostados e apimentados com taninos macios e maduros o que harmoniza com carne vermelha, assados, patos, ensopados e massas.
Na quinta feira, durante um jantar de 15 anos, conheci um representante da uva grenache. Perguntei ao garçon se haveria de ser servido vinho e pouco depois ele me apresentou um “La Vielle Ferme”, 2009, que me surpreendeu. Ao perguntar-lhe sobre a uva não soube responder e que buscaria alguém que pudesse dar mais informações. Enquanto isso o vinho se apresentava ao nariz um aroma frutado e lembrando canela e tostado. Na boca suave com um tanino equilibrado e um toque cítrico metálico. Me lembrou um sirhaz. Eu estava com razão e feliz. O maitre que acabara de chegar e ouviu meu palpite informou de meu parcial acerto pois o vinho tinha um blend de 50% de grenache, 20% de sirhaz, 15% de carignam e 15% de cinsaut.
Uma grande surpresa que harmonizou com um parmegiana clássico e um salmão ao gengibre.

17 março 2013

SAN PANCRÁZIO....um chiante moderno

A história da Fattoria San Pancrázio data de 1388. Pertenceu aos Gianfigliazzi até as propriedades passarem para o domínio da família Masti. Em 2002. Valentina Masti Priami, a única herdeira da família, que com a colaboração do marido mudaram para San Pancrário que passaram a cuidar pessoalmente das terras renovando-se oas vinhas e a tecnologia. Em 2006 saiu a primeira comercialização do chianti San Pancrázio. Feito com 100% de sangiovese, a uva símbolo da Itália o San Pancrázio é uma bela amostra da qualidade incontestável de um chianti. È um grande vinho para o dia-a-dia, bastante gastronômico, como um bom italiano, ideal para acompanhar qualquer refeição.
Sendo um chianti, é um vinho jovem de sabor macio e  pronunciado, fresco para ser degustado no cotidiano sem muita complexidade que expressa o estilo de um representante toscano, sem o rótulo de um clássico chianti pois é produzido em Greves, uma DOCG de chianti, onde passa 10 meses em uma barrica. A cor avermelhada tendendo ao púrpura discreto, transparente, contrasta com um aroma delicadamente floral, café torrado, couro e mato fresco. Achei sua acidez um pouco alta para um chianti, contudo tem um paladar intenso com taninos redondos e persistentes no fian o que faz harmonizar perfeitamente com massas equilibrando a acidez dos molhos a pomodoro. Sem querer ser o Parker....como Paulo Parker...heheh...gostei!!! dou  90 de pontuação.. 

27 fevereiro 2013

QUEIJO PARMEGIANO... o príncipe dos queijos



Um dos queijos mais conhecidos e utilizados na culinária hoje em dia é com certeza o queijo parmesão, talvez pela grande popularidade da cozinha italiana e em todo o mundo. O parmesão é  uma das variantes dos chamados queijos Grana, um tipo de queijo italiano que possui estrutura granular, consistência dura, seco e sabor adocicado picante, aroma suave e forte, amarelado e de crosta firme e seca. Sua denominação vem de origem controlada conhecida como Parmigiano-Reggiano. Parmesano quando vem da cidade de Parma, Regianno quando da cidade de reggio. O Grande Padano também pode ser considerado um parmesano vindo da Lombardia. Também são considerados parmesones os queijos oriundos de Emília, Bolonha, Módena e Mantua. Atualmente grande parte da produção desse queijo é feita com o leite de vacas da raça frisone, introduzidas no território por volta do ano 900, mas a vaca mais adaptada à produção dele é aquela vermelha da raça reggiana, animal com tripla aplicação (leite, trabalho e carne). Devido a sua popularidade como complemento de molhos típicos, este tipo de queijo foi copiado e é produzido em regiões com presença de colônias italianas como o Brasil e os Estados Unidos, o que tem gerado disputas legais quanto ao uso da marca. O Parmesão é um queijo indicado para ser consumido puro, para gratinar massas e outros alimentos, em molhos e ralado para realçar o sabor de pratos culinários e alimentos industrializados. Sua maturação mais curta (6 meses), confere ao produto um sabor mais suave, adequando-o para o consumo puro.
O queijo Parmesão, por seu sabor intenso, pede um vinho tinto encorpado. Mas também é ótimo acompanhando cerveja e frutas maduras. Crônicas antigas recomendavam seu consumo com uvas e pêra, como fina sobremesa para os "buongustai".